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O que escrevi sobre a pesquisa do IPEA antes da imprensa noticiar o seu estupro

Dia 31/03/2014, no facebook:

Dia 30/03/2014, no facebook:

52 comentários:

  1. Professor, muito bom! Concordo com o senhor: agrava-se a perda de valores.

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    1. agrava-se a perda de valores ou se expôs essa perda?
      e de que valores vc fala?

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    2. Agrava-se. Não acredito na maldade como algo da alma humana, mas do mundo cotidiano. E dos valores de família. De entender que homem e mulher são partes que estão para a união e não para perpetuar a distância.

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  2. essa pesquisa não coloca mulheres contra homens, até porque a maioria das pessoas que respondeu é MULHER.
    essa pesquisa só mostra que o machismo não vem só de atitudes de homens, mas que as mulheres contribuem significativamente com o machismo.
    mostra uma aceitação da violência. e a falsa ideia de que "tô vestida direito, não vou ser estuprada".
    ou a ideia de que "mulher vagabunda tem que ser estuprada".

    o que deveria ser discutido é justamente o resultado dessa pesquisa, não o que a presidente colocou no twitter. e que é o óbvio a se fazer: tolerância zero à violência contra a mulher.

    discordo totalmente das cotas raciais por entender que é pura medida pra buscar votos. agora não entendi a relação de uma coisa com a outra.

    e lucrar, claro que alguém vai querer usar essa pesquisa de outra forma. isso a diminui? de forma alguma. sempre tem alguém querendo lucrar com qualquer assunto, mas desmerecer a pesquisa por isso...

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    1. Os números da pesquisa eram falsos. O próprio IPEA já reconheceu. Até o diretor pediu exoneração.

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    2. http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/04/1435877-pesquisa-que-indica-apoio-a-ataques-a-mulheres-esta-errada-diz-ipea-so-26-concordam.shtml

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    3. Errata da pesquisa no site do IPEA:

      http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=21971&catid=10&Itemid=9

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    4. A pesquisa do IPEA foi ESTUPRADA. Descobriram que a pesquisa está FURADA.

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    5. mas a pesquisa possui outros itens que avaliam o estupro. e a própria errata confirma um deles: "Contudo, os demais resultados se mantêm, como a concordância de 58,5% dos entrevistados com a ideia de que se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupros."

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    6. E por que fizeram essa pesquisa logo agora? Mesmo que todos os dados fossem verdadeiros (já foi provado que havia dados falsos), por que perto das eleições?

      Será que não dá para perceber que o IPEA está sendo usado para fins políticos?

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    7. usar algo pra fins políticos é só oq tem e não é só essa pesquisa.
      inclusive usa até religião. tem até partido pra isso. e pq alguém vai usar com fim político vamos desmerecer religião? não, né.

      da mesma forma essa pesquisa.
      vão usar, vão.
      agora que se ataque os políticos que usarem esses dados pra outros fins.

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  3. Mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar (Em %) ainda tem porcentagem alta.
    Era muito absurdo mesmo o resultado anterior, mas mesmo assim 58,4 discordam totalmente que mulher merece ser atacada, se juntar com os que discordam parcialmente dá quase 70% mesmo assim tem 30% que concorda, não é tão pouco... Claro que está bem longe de 66% mas 30% não é pouco não.
    É só olhar os comentários dessas reportagens pra ver que tem homens ridículos que acham certo "encoxar".
    no entanto, concordo que essa pesquisa e as cotas são tudo para conquistar votos

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    1. Claro que sim. Fabricaram uma pesquisa com um fim político eleitoreiro. Só não vê quem não quer.

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    2. Onde não há conflitos, eles inventam um fato para que conflito apareça. Logo em seguida, eles aparecem como defensores dos "frascos e dos comprimidos".

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    3. Daqui a pouco, vão inventar algum "fato novo" para jogar os filhos contra os pais. Os jovens contra os velhos, os gordos contra os magros, os carecas contra os cabeludos, os feios contra os bonitos ...

      Isso se chama "Marxismo Cultural", desenvolvido pela Escola de Frankfurt. Coisa inventada por essa turma: Georg Lukács, Antonio Gramsci, Ernst Bloch, Walter Benjamin, Theodor Adorno, Fredric Jameson e Terry Eagleton)

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    4. e aqui há um claro conflito. não foi a pesquisa que inventou.
      o conflito tá aí qd mulher sai num carro e escuta piada. anda na rua e um palhaço dá uma cantada. tá no ônibus e um cara encoxa. tá na festa e um cara beija à força. esse conflito não foi inventado pela pesquisa.

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    5. Onde existe, eles são aumentados artificialmente. Foi o que a pesquisa fez.

      E por que exatamente agora? Não dá para perceber que é para beneficiar a candidata governista que, por mera coincidência, é mulher?

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    6. como eu disse, claro que vão usar isso em alguma politicagem.

      da mesma forma que essa postagem tem cunho de politicagem anti-pt.


      (antes que diga.. não, não sou do pt. não voto do pt. cumpro prestação alternativa. não preciso defender nem rebater partido.)

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  4. a cultura é muito machista, mas começa na educação de casa. existem muitas mulheres machistas tb, e aí não ensinam os filhos a serem homens de verdade.
    Quando eu for morar sozinha em outra cidade maior, vou comprar uma arma de choque elétrico.

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  5. quanto mais um pais dá liberdade e igualdade de direitos aos seus cidadãos mais feministas existem. canso de ver essa repetição de palavras "machismo", "sociedade machista", "cultura do estupro", frutos do movimento feminista. quem não consegue enxergar a incitação misândrica que existe nisso, não é capaz de ver que o mal verdadeiro de uma sociedade liberal é o feminismo.
    O Brasil é um pais de politicas feministas. é fácil ser uma "femen" por aqui. todos esses dados estatísticos sobre estupro e violência contra a mulher são fantasiosos. como o professor bem frisou; servem pra aumentar a distância e gerar conflito entre grupos.
    vejamos um exemplo de estatística absurda e surreal que podemos encontrar neste site:
    http://www.spm.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2013/08/02-08-lei-de-atendimento-no-sus-e-ato-de-respeito-as-vitimas-de-violencia-sexual-diz-ministra-eleonora
    "Segundo estatísticas da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), uma mulher é estuprada a cada 12 segundos no Brasil." isso dá 5 estupros por minuto, o que em uma hora daria 300, em 1 dia 7200, 1 mês 216000.. 2.592.000 em 1 ano.. sim 2,5 mi de estupro por ano em média no Brasil. nossa digníssima ministra da secretaria de politica para as mulheres, e que de feminista alarmista não tem nada, no seu singelo "1 estupro a cada 12 seg" não poderia imaginar em sua fantasia que ao afirmar isso estava alegando que no Brasil temos a taxa de 2,5 mi estupros por ano.
    outro fato importante, e no minimo curioso, que não se distancia muito do assunto, e corrobora com o que professor fala, é as estatisticas de violência contra o homossexual. vimos muitas pesquisas e dados estatiscos a respeito, o que eles não revelam é que a maior parte de agressão a homossexuais partem de homossexuais. isso não fica evidente nos índices, o que torna o Brasil um pais "homofóbico", intolerante a gays. o que é totalmente contrário à realidade. provavelmente o melhor pais pra ser homossexual e mulher no mundo deve ser o Brasil. quer dizer, pra ser mulher deve existir outros melhores ainda, tem paises que as feministas já conseguiram tornar não só as politicas feministas, mas a cultura também, como o querem fazer aqui no nosso pais.

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    1. vc fala assim pq vc não é mulher. não é vc que sofre com a violência ou com o fantasma dela todos os dias.
      qd vc diz "qto mais um país dá liberdade e direitos", então não se pode ter liberdade? não podemos ter direitos?
      somos uma classe que não deve ter liberdade nem direitos?
      devemos nos calar, é isso?

      estupro acontece todos os dias descaradamente. mas só sabe disso quem é a vítima, quem está do outro lado.

      o mal da sociedade é o preconceito.
      nunca liberdade e direitos iguais serão um mal.

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    2. nunca o Brasil é o melhor lugar do mundo pra ser mulher. é um país desrespeitoso, pra dizer o mínimo.

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  6. Vivemos na era da desinformação. Números são fabricados para enganar os trouxas.

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  7. Um diz que o feminismo coloca as mulheres contra os homens. O outro responde que Brasil é um pais de políticas feministas e que é fácil ser uma "femen" (???) por aqui. Realmente devo concordar com uma afirmação: vivemos na era da desinformação.

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    1. E vc uma representação viva dessa era. Não disse nada com nada e pousou como quem sabe tudo.

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    2. Interpretação de texto cai em concurso?

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    3. vivemos na era da ignorância isso sim.

      da mesma forma que falar que números são fabricados pra enganar trouxas, muitas "noticias" tbm são fabricadas pra enganar trouxas. já vi algumas até aqui.

      cada um defende oq quer, e tenta empurrar e fazer disso a verdade absoluta. essa é que é a verdade.

      mas com números ou não, a realidade nas delegacias tá aí.

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    4. e é muito fácil ficar contra qd não se é mulher.

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    5. oh, Deus. contra as mulheres ? realmente.. deem uma reforçada ai na interpretação de texto ou compensem em outra matéria, pq desse jeito tá dificil.

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    6. realmente, temos um problema de interpretação.
      vc não entendeu que eu NÃO disse que BC é contra as mulheres.
      eu disse que é fácil ser contra toda a discussão e apresentação de fatos qd não se é mulher, pq não é vc que vive isso.

      espero que realmente seja só problema de interpretação.

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  8. Retórica? Então não vou responder. Mas com certeza, não deve ser o seu forte. Pra bom entendedor, meia palavra basta.

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  9. Acabou a corda. Ou o estoque de asneiras

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    1. Para você ter uma ideia do quão interessante é discutir contigo, eu preferi sair alguns minutos para conferir um flash mob (google) que estava acontecendo aqui perto, na Place de la République (Google maps). A bataille d'oreillers (google tradutor) desse flash mob estava mais interessante.

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    2. vc veio criticar minha opinião sem embasamento nenhum. refute com conteúdo. até então vc é um ilustre desconhecido que colou dois comentarios e alegou: "Realmente devo concordar com uma afirmação: vivemos na era da desinformação." eu ia entrar para uma prova quando lí sua asneira. por isso não respondi a altura. además, pouco importa o que vc estava fazendo, ou quão interessante é discutir com vc. pois também não me interesso no que vc escreve por aqui. mas quando for direcionado a mim, usarei do meu direito de resposta.

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    3. "usarei do meu direito de resposta". Quando fala de direitos eu concordo plenamente. Eles estão aí para que façamos uso deles. Bravo! Isso é da maior importância. Belas palavras.

      Eu pensei que tinha lido em algum lugar que um país não poderia oferecer "liberdade e igualdade de direitos aos seus cidadãos".

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    4. provavelmente você deve ter entendido mal. sugiro a vc que onde leu isso, volte lá e releia, pelo menos essa parte e verá que deve ter havido um engano.

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    5. pior que o teu desconhecido apenas fez um comentário sobre a falta de informação.

      o problema é realmente falta de interpretação.
      misericórdia!

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  10. qd não se tem argumentos, parte-se para a ofensa.
    bem típico.

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    1. Exato, Sarah.

      Você é uma representação viva dessa era.
      Você pousou como quem sabe tudo.
      Você não é forte em retórica.
      Você é um asno.

      Dica gratuita: agredir sem qualquer embasamento empobrece o discurso.

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    2. "Um diz que o feminismo coloca as mulheres contra os homens. O outro responde que Brasil é um pais de políticas feministas e que é fácil ser uma "femen" (???) por aqui. Realmente devo concordar com uma afirmação: vivemos na era da desinformação."

      "Interpretação de texto cai em concurso?"

      dica gratuita: ao gredir sem qualquer embasamento empobrece o discurso.

      dica 2: tiradas sarcásticas só colam quando você vem com uma boa linha de argumentos.

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    3. Linha de argumentos? Depois de Arendt, Beauvoir, Sen, Foucault e tantos outros que já trataram do assunto, você acha que ainda é preciso argumento? Discussão como esta nem deveria existir mais. Lamentável.

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    4. lamentável é você achar que qualquer tema já está esgotado.
      vamos fazer o seguinte. faz o teu. que eu faço o meu e tá tudo certo. já encheu

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    5. hahahahha
      mas o problema é mesmo de interpretação.

      ele não disse que o tema está esgotado.

      ele disse que depois de tantos argumentos e tantos fatos históricos (sobre os quais os autores que ele citou se debruçaram), deveríamos viver em uma sociedade em que discutir isso nem deveria mais existir pq não seria preciso.

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    6. Obrigado, Sarah. Já estava rabiscando uns desenhos aqui, na esperança de explicar melhor.

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  11. Quando não se tem argumentos nem se inicia um discursão. O primeiro indicio de falta de argumento foi do nosso colega ai "zzzz", realmente, muito maduro. Pelos menos foi a melhor coisa que ele escreveu aqui. Já vc n, o professor já respondeu. Vc eh a teimosa por oficio.

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    1. se defender com argumentos é teimosia, sou teimosa mesmo.

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  12. Essa discussão não vai levar a nada. Começou falando dos números fantasiosos só para ganhar votos (que todo mundo sabe que é isso mesmo) e já estão falando até de feminismo, homofobia... Aff

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    1. eu quis corroborar com a tese do prof. hugo de como as pesquisas podem ser inventadas ou manipuladas. e como é fácil lançar um problema ou conflito social sem que ele exista, até mesmo que exista, torna-lo desproporcional a sua grandeza. que aqui no Brasil está sendo criada uma "cultura do estupro" que não existe, veja bem, já que vocês são dificeis de entender, não estou falando que não existe estupro aqui. estou falando que deram uma proporção descabida ao estupro aqui no Brasil. começou com a onda dos "encoxadores" e terminou com uma falsa pesquisa e como o Hugo bem citou, essas pesquisas são cortinas de fumaça, manobras para o governo tirar foco em outras áreas.
      mas já chega.. aqui não se pode ter um debate saudável não. tou fora.

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    2. a cultura do estupro e da violencia contra a mulher não foi criada agora, não existiu agora.
      não tem nada de fantasioso.
      basta entrar em uma delegacia da mulher. basta procurar algum órgão de defesa da mulher.
      basta procurar algum centro psicológico de apoio à mulher.

      mas concordo contigo. realmente não se pode ter um debate qd um dos debatedores parte pra o xingamento ou não entende um argumento (entender não é aceitar, veja bem). muito menos se pode discutir qd se diz que o problema "é se dar muita liberdade".

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  13. Há quanto tempo “IPEA perdeu o foco” ?

    Em 04 de Novembro de 2008 publicamos o documento “Petição - Sugestão Impedir IPEA de Postular Intolerância Racial”, http://pt.scribd.com/doc/7717371/Peticao-Sugestao-Impedir-IPEA-de-Postular-Into , onde estamos provocando o Poder Constituído de IMPEDIR que o IPEA - Instituto de Pesquisas e Estudos Aplicados, postule em favor da intolerância racial, conscientemente, ou mesmo inconscientemente.

    Afinal, o IPEA vem ao longo dos anos colocando que TODOS os Pardos são Negros, desrespeitando a consciência Social, e Política, de que o Cidadão Brasileiro pode se identificar como PARDOS, e não NEGROS, nas pesquisas realizadas por Órgãos Institucionais como o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

    Tal, tem a preocupação de RATIFICAR a essência miscigenada da Sociedade Brasileira, de maneira que seja reconhecida a importância das origens étnicas na formação dos Cidadãos Brasileiros fruto de relacionamento inter-raciais, uma vez que, a Pessoa Humana tem em sua formação aspectos Culturais, Educacionais, Financeiros, Emocionais e Profissionais.

    Volto a afirmar que Barak Obama é um PARDO, fruto de um relacionamento inter-racial, onde, de forma inquestionável, reconhece a importância em sua formação de sua origem BRANCA, sem no entanto, deixar de reconhecer a mesma importância em sua origem NEGRA, razão pela qual, não pode, e nem deve, ser reconhecido como um Ativista da Cor.

    Logo, o IPEA ao reconhecer todos os PARDOS como NEGROS, acirra a discussão de racismo no Brasil, pela cor de pele, dando à Indústria do Racismo munição para afirmar que o racismo pela cor é algo comum na Sociedade Brasileira, distorcendo, e muito, a certeza de que no Brasil existe preconceito/segregação por situação Cultural, Religiosa, Social, Econômica e/ou Profissional.

    Quando então, lembro que Carlinhos Brown em uma entrevista afirmou: “No Brasil não existe racismo, porque, Negro com dinheiro é tratado como Branco”.

    Atenciosamente,
    Plinio Marcos Moreira da Rocha
    Rua Gustavo Sampaio nº112 aptº 603
    LEME – Rio de Janeiro – RJ – Brasil
    CEP – 22.010-010
    Tel. Res. +55 21 2542-7710
    Cel. +55 21 98618-3350

    Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente
    Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª, e 7ª, edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento “INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Jurídico II”.
    http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-Meio-Juridico-II

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