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Questões CESPE - Nº 443

443.(CESPE - 2013 - TRF - 5ª REGIÃO) Com relação aos serviços da previdência social, aos benefícios previdenciários e à forma como são calculados, assinale a opção correta.
 a) De acordo com a CF, nenhum benefício pago pela previdência social pode ter valor inferior a um salário mínimo.
 b) Tratando-se de mulher, para aplicação do fator previdenciário, cujo cálculo baseia-se na idade, na expectativa de sobrevida e no tempo de contribuição do segurado ao se aposentar, adicionam-se ao tempo de contribuição cinco anos.
 c) O segurado pelo regime geral de previdência social faz jus ao recebimento de auxílio-doença e auxílio-reclusão.
 d) Havendo perda da qualidade de segurado, as contribuições anteriores a essa data não poderão ser computadas para efeito de carência.
 e) Veda-se a acumulação de auxílio-acidente com proventos de aposentadoria, mesmo nos casos em que a manifestação da lesão incapacitante, ensejadora da concessão do auxílio, e o início da aposentadoria sejam anteriores ao ano de 1997.



Gabarito: B

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205 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Letra B


    Tratando-se de mulher, para aplicação do fator previdenciário, cujo cálculo baseia-se na idade, na expectativa de sobrevida e no tempo de contribuição do segurado ao se aposentar, adicionam-se ao tempo de contribuição cinco anos.


    Bons Estudos.

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    1. Obrigado por repetir a alternativa b) no seu comentário. Comédia,kkkk.

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  3. Letra B. Na letra A deveria ser : ... nenhum benefício que substitua o salário de contribuição ou o rendimento do trabalho.

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  5. ...ou, quando em área igual ou inferior a quatro módulos fiscais ou atividade pesqueira ou extrativista, com auxílio de empregados ou por intermédio de prepostos.

    Alguém poderia me esclarecer o significado da expressão "intermédio de prepostos'' ?

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    1. Significado de Preposto
      adj. Colocado anteriormente: argumento preposto.
      Que se apresenta com antecedência.
      Detentor de preferência; favorito.
      s.m. Direito. Sujeito designado pelo responsável para administrar uma empresa.
      Indivíduo que representa alguém em seu lugar.
      pl. metafônico. Pronuncia-se: /prepóstos/.
      (Etm. do latim: praepositus.a.um)

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    2. Nesse caso, é uma pessoa nomeado pelo administrador para dirigir ou representar os produtores rurais.

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  6. Alguem mim explica os erros das outras por favor. So pra desencargo de consciência

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    3. A) Incorreta. Nenhum benefício que substitua o salario de contribuição ou rendimento do trabalhador será inferior ao valor salário-mínimo. Percebe-se que não são todos, por exemplo, o salário-família é menor do que o salário-mínimo.

      B) Correta. Conforme Lei 9.876/99.

      C) Incorreta. O segurado que estiver aposentado ou recebendo auxílio-doença, por exemplo, e vier a ser recolhido para a prisão, não fará jus ao recebimento do auxílio-reclusão.

      D) Incorreta. As contribuições poderão ser consideradas para a carência desde que o segurado - que perdeu a qualidade de segurado - recolha 1/3 da carência que o benefício exige.

      E) Incorreta. Antigamente o auxílio-acidente era vitalício e podia ser recebido concomitantemente com Aposentadoria por idade ou Aposentadoria por tempo de contribuição, por exemplo. Inicialmente, o § 3º do art. 86 da Lei nº 8.213/91 permitia a cumulação desse benefício com outro (§ 3º O recebimento de salário ou concessão de outro benefício não prejudicará a continuidade do recebimento do auxílio-acidente”.)


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    4. Colega Ricardo Vecci,
      Na letra C diz q "o segurado... faz juz ao auxílio reclusão"... sendo que este benefício quem faz juz é o dependente

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  7. a) Nenhum beneficio "QUE SUBSTITUA O SC OU O RENDIMENTO DO TRABALHO DO SEGURADO" terá valor mensal inferior ao salário mínimo.
    b) OK
    c) O segurado pelo regime geral de previdência social faz jus ao recebimento de auxílio-doença e auxílio-reclusão (DEVE SER BAIXA RENDA).
    d) Havendo perda da qualidade de segurado, as contribuições anteriores a essa data "não(ERRO)" poderão ser computadas para efeito de carência (POIS EXISTE A REGRA DO 1/3).
    e) Veda-se a acumulação de auxílio-acidente com proventos de aposentadoria, mesmo nos casos em que a manifestação da lesão incapacitante, ensejadora da concessão do auxílio, e o início da aposentadoria sejam anteriores ao ano de 1997(SUMULA 507).

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    1. me tira uma dúvida na letra C ela também estaria errada porque quem faz jus ao auxilio reclusão é o dependente?

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  8. Letra B.
    Essa questão põe o cucuruto para funcionar mesmo...
    Bom dia!

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  9. B ... Bom dia colegas
    Na letra C diz q "o segurado... faz juz ao auxílio reclusão"... sendo que este benefício quem faz juz é o dependente

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  10. marquei a b mas fiquei com uma duvida em relaçao a letra a. Sei q ela esta errada por q diz que nenhum benefício pago pela previdência social pode ter valor inferior a um salário mínimo. Minha duvida é sobre a parte que diz que é de acordo com a CF. É a CF que diz isso mesmo ou os principios da previdencia social?

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    1. CF, Art. 201, § 2º - Nenhum benefício que substitua o salário de contribuição ou o rendimento do trabalho do segurado terá valor mensal inferior ao salário mínimo.

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  12. C ou E
    Independe de carência a concessão de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa e de doença profissional ou do trabalho, bem como nos casos de segurado que, após filiar-se ao RGPS, for acometido de alguma das doenças e afecções especificadas em lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e da Previdência Social, atualizada a cada 2 (dois) anos, de acordo com os critérios de estigma, deformação, mutilação, deficiência ou outro fator que lhe confira especificidade e gravidade que mereçam tratamento particularizado.

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    1. Bom dia a todos!

      Assertiva errada. A lista deve ser atualizada a cada 3 anos
      Vamos que vamos!

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    2. Nossa! a questão estava tão linda! ficou feia só no momento do tempo. 3 anos.

      Att:

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    3. Parabéns colegas,vcs estão atentíssimos..
      GABARITO: E

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    4. Errado por causa do 2 anos que deveria ser 3...
      Boa questão patrícia!

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    5. Errado pelo motivo já exposto.

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    6. Jesusss, eu teria errado, é muito detalhe...

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  13. CESPE.

    No regime de seguridade social do servidor público, o terço constitucional de férias pode sofrer a incidência da contribuição previdenciária.

    C ou E

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  14. B (Basta). Formulada por mim e estilo CESPE. Cuidado!!

    C/E

    Em 20/08/1994 Paulo, segurado empregado, falece e Rita, sua esposa de 25 anos e única dependente, começa a receber a Pensão por Morte. Em 2010 Rita decidi manter união estável com Bruno, segurado da previdência há 1 ano. Em 22/10/2015 Bruno falece vítima de um acidente automobilístico. Nessas circunstâncias Rita, única dependente de Bruno, fará jus a essa segunda pensão por morte por tempo indeterminado.

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    1. Marcaria Errado. Ela já recebe a PM desde 1994 através do direito adquirido e PM não pode acumular na situação da Rita.

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    2. Este comentário foi removido pelo autor.

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    3. Errada. Rita poderá optar pela pensão mais vantajosa.

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    4. Marcaria CERTO. Me baseei nos seguintes aspectos:

      1) Por mais que é vedado a acumulação de duas pensão por morte, é facultativo a opção pela mais vantajosa. Ou seja, se a pensão de Bruno lhe for mais vantajosa, ela poderá sim receber o benefício.

      2) Conforme Lei 13.135/2015, cumprindo os requisitos básicos (por mais que o examinador marlonlon2 não citou se ele continuou trabalhando ou não, o que pode ser uma pegadinha, visto que deve cumprir 18 contribuições mensais para a dependente ter direito a pensão por morte, mesmo assim irei manter minha resposta por interpretação, pois sei que o CESPE, gosta disso) e tendo mais de 44 anos ( no caso de Rita, ela tem pelo menos 45 em 2015) ela terá direito a pensão vitalícia.

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    5. Mas qndo a questão afirma que ela fará jus a segunda pensão da a entender que ela vai acumular com a outra pensão, o que é errado..A questão da margem para esse entendimento. Seria melhor dizer que ela poderia optar pelo mais vantajoso..

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    6. Ao meu entender, essa é a pegadinha da questão. "Fará jus" significa, entre outras coisas, "merecer", podendo a beneficiária escolher entre receber ou não... Se ela abrir mão da primeira pensão, ela poderá receber a segunda sem problemas nenhum.

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    7. Percebe-se então que não há uma obrigação. Merecer ela merece, já que o segurado cumpriu os requisitos, agora, se ela vai ou não receber, isso dependerá da escolha dela. Além disso, está claramente expresso que ela pode escolher entre a mais vantajosa das duas pensões.

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    8. Tem um detalhe na questão que exclui a possibilidade dela receber 2 aposentadorias, por isso ela vai receber a segunda aposentadoria permanente

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    9. Gabarito: Correto

      Realmente boa questão parabéns marlon, acredito que o "fará jus" dá a impressão de que ela tem direito a o benefício e não que ela vai receber o benefício.

      Mesmo assim, se o gabarito for errado marlon onde entramos com recurso para sua questão ? kkkkkk

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    10. A questão é boa, mas creio que numa prova, em vez de fará jus..., estaria que a segurada pode optar pela pensão mais vantajosa, para evitar problemas. Mesmo porque é disso que a questão se trata.

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    11. de acordo com o dispositivo da lei 8.213 Art. 77

      § 2o O direito à percepção de cada cota individual cessará:
      V - para cônjuge ou companheiro:

      c) transcorridos os seguintes períodos, estabelecidos de acordo com a idade do beneficiário na data de óbito do segurado,
      se o óbito ocorrer depois de vertidas 18 (dezoito) contribuições mensais e pelo menos 2 (dois) anos após o início do casamento
      ou da união estável:

      1).....
      2) 6 (seis) anos, entre 21 (vinte e um) e 26 (vinte e seis) anos de idade;
      3)....

      Então como ela tem 25 anos, no ano de 2000 sua cota será cessada e o beneficio extinto.

      por isso no segundo caso ela fara jus a pensão

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    12. Rapha, a Lei 13.135 referente aos novos prazos para pensão por morte é de 2015. Antes, a pensão era vitalícia.

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    13. Rafael Rocha Mendes, talvez o entendimento seja o que você expôs e eu cai na pegadinha. Vamos aguardar o gabarito para tiramos essa dúvida.

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    14. Nossa essa eu não sabia hehe, bom meu palpite era aquele, então vou para o "fara jus" porque ela realmente tera direito mas não significa que ela vai receber.

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    15. Nossa, que questão boa. Parabéns Marlon!
      Essa parte "fará jus a essa segunda pensão" tem ao meu entender uma carga valorativa muito grande no sentido de acumulação. Mas eu achei também muito subjetivo. Marcaria errada, mas vou esperar o gabarito de Marlon.

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    16. como a questao diz que ela "fará jus a essa segunda pensão por morte" no meu entender quis dizer que ela acumularia as duas, o que deixaria errado. Se falasse somente que ela faz jus a essa pensão entenderia que ela teria direito a essa bastando abrir mão da outra o que tornaria certa a questao

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    17. Gaba. ERRADO

      Thiago Souza e Marcio Freitas. Vcs colaram do meu gabarito oficial haja vista a explicação que vcs deram (kkk).

      Amigos, Ricardo Vecci e Ronilson, boa explicação, mas vcs caíram na pegadinha.

      Tudo bem, a expressão "fará jus" dentre outras coisas significa merecimento.

      Mas quando eu coloco "a essa segunda pensão por morte " aí já dá uma ideia de acumulação de duas P.M o que é proibido. Se não houvesse essa expressão SEGUNDA P.M, tudo bem! poderia até ser CERTO, mas a formulação da questão foi com o objetivo de dizer que ela poderia receber 2 pensões por morte. De toda sorte vcs foram em cima do erro da questão.

      Me ajude Senhor com essas pegadinhas maldosas...

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  15. João é segurado especial do RGPS. Em maio de 2015 foi eleito dirigente sindical de organização da categoria de trabalhadores rurais. Nessa situação João deixará de ser segurado especial e passará a ser enquadrado como segurado empregado.

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    1. Só uma obs: Se fôsse dirigente de cooperativa rural, esta deveria ser constituída exclusivamente por seg. especiais.

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    2. Errado, continuará sendo segurado especial.

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    3. teria q ser composto exclusivamente por segurados especiais?

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    4. Errado. Mantém a qualidade de segurado especial

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    5. § 10. Não é segurado especial o membro de grupo familiar que possuir outra fonte de rendimento, exceto se decorrente de:

      IV – exercício de mandato eletivo de dirigente sindical de organização da categoria de trabalhadores rurais;

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    6. Este comentário foi removido pelo autor.

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    7. Complementando o comentario do ronilson.. Este § 10 da da 8213, é o § 8 do art. 8 do decreto. Indo um pouco mais abaixo no § 23 ele apresenta o seguinte texto:

      § 23. O segurado especial fica excluído dessa categoria:

      b) se enquadrar em qualquer outra categoria de segurado obrigatório do RGPS, ressalvado o disposto nos incisos III, V, VII e VIII do § 8o.


      Verificasse que este item não salvou o inciso IV.

      Logo concluo que a questão está correta.

      Estou certo, alguém poderia me responder ?

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    8. Errada. Vide comentários dos colegas.

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  16. João tomou posse em cargo publico em maio de 1983, sendo abrangido por RPPS. No mesmo dia da posse em seu cargo, João foi contratado pela empresa x onde permaneceu até 1986. Em maio de 2015 João foi até a uma agência do INSS para verificar se poderia adquirir aposentadoria por tempo de contribuição. Nessa situação, pode-se concluir João terá direito ao benefício, pelo fato dos dois regimes se compensarem.

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    1. E - Tempo concomitante

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    2. E, conforme explicação de Marlonlon2

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    3. Errada . conforme Marlonlon2

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    4. Errada, no RPPS você não pode se filiar ao RGPS e vice e versa dentro do mesmo período.

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    5. Sra. Myzena, um segurado RPPS pode filiar-se no RGPS. Por exemplo, servidor público federal pelo RPPS e professor de universidade particular pelo RGPS. Entretanto, por ser concomitante, o Tempo de Contribuição não se somam.

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  17. fiquei meio indeciso mas fui de B

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  18. Ano: 2010 - Banca: CESPE - Órgão: DPU - Prova: Defensor Público
    Considere que Lucas tenha exercido, individualmente, de modo sustentável, durante toda a vida, a atividade de seringueiro na região amazônica, tendo os frutos dessa atividade sido sua única fonte de renda. Após o falecimento dele, os herdeiros — demonstrados os pressupostos de filiação — poderão requerer a inscrição de Lucas, como segurado especial, no RGPS.

    C/E

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    1. É o único segurado que se admite a inscrição ''post mortem''.

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    2. Certa. Vide comentário de Ronilson.

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    3. Gabarito: Certo.
      Vide comentário de Ronilson.
      Parabéns a todos!!

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    4. Cheguei depois do Gaba, mas marcaria CERTO

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  19. Questão elaborada por mim. FFF

    João trabalha como empregado é casado com maria que trabalha prestando serviços a várias empresas durante o mês, ambos segurados do RGPS desde 01/03/2015 sendo essa a primeira vinculação ao regime, a criança nasceu em 01/09/2015 devido a problemas na gestação e maria infelizmente faleceu 5 dias após. é devido a joão o salário-maternidade que será cálculado com base em seu salário-de-contribuição se requerido em no máximo até 120 após o óbito de maria.

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    1. Errado. Salário-Maternidade consiste na renda mensal integral, não podendo exceder o subsídio mensal dos ministros do STF.

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    2. Fiquei na duvida

      Errada, se acho que eh com base na remuneração integral de João
      e esse prazo para requerer tb não to me recordando

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    3. Exatamente, na questão tem 2 erros o primeiro é o identificado pelo Ricardo Vecci, como o segurado que vai receber é empregado o salario-maternidade é conforme sua remuneração integral respeitando é claro os limites, e o outro é que é contato os 120 do fato gerador do benefício originário que no caso foi o nascimento da criança então é 120 a partir do nascimento e não do óbito da segurada!

      Bons Estudos!!!

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    4. Por favor, me tirem uma duvida:
      Maria por não sabermos se é empregada, CI etc.. terá que cumprir a carencia para o salario maternidade que seria 10 meses no caso de CI , OU antecipando o parto (nascendo de 7 meses) teria que ter pelo menos 8 meses de carência, o que não acontece. Outra dúvida é quanto ao pai receber. Ele receberia mesmo sem o salario maternidade originário não for devido à mãe, como no caso acima???
      Quem puder comentar agradeço. Bons estudos
      Juliana

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    5. Pra mim esta errada pelos motivos ditos pelos colegas acima mas essa questao precisa ser melhor elaborada fiquei sem saber se Maria teria direito ao salario maternidade por q nao é dito com quantos meses de gravidez ela estava no momento do parto. Tenho tambem a mesma duvida da Juliana. Se o salario nesse caso nao for devido a mae poderia o pai receber sendo que ele nao precisaria de carencia?

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    6. Olá Juliana, vou tentar esclarecer suas dúvidas.

      1) Diz no enunciado: "... Maria que trabalha prestando serviços a várias empresas durante o mês..." logo ele é CI. Maria não teria direito ao Salário-Maternidade, exatamente por não cumprir a carência de 10 meses.

      Agora, é na sua segunda dúvida que vem a resposta da assertiva.
      2) Com o advento da Lei 12.873/13, o segurado passou a ter direito de salário-maternidade. No caso de falecimento da segurada, o benefício será pago ao cônjuge ou companheiro sobrevivente "que tenha a qualidade de segurado". Agora voltemos ao exercício: João é cônjuge de Maria. O filho nasceu (fator gerador para Maria receber o salário-maternidade) só que Maria faleceu logo após (Maria tinha direito, com o falecimento, ela 'transferiu' esse direito à João). Mais para João receber, ele tem que ser segurado ( e é, diz a questão que ele é segurado empregado, e segurado empregado INDEPENDE de carência).
      Conclusão: Maria (CI) não teria direito por não ter cumprido a carência, mas João tem direito, pois segurado empregado independe de carência.

      Espero que tenha tirado suas dúvidas.

      Agora, referente ao erro da questão, vide comentário de Ronilson Possidônio.

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    7. Com o nascimento do filho, deve-se verificar a condição do segurado "individualmente".

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    8. Ótima explicação, Ricard Vecci, acho q essa mulher morreu só para não abrir mão do salário maternidade, rsrsrsrs.

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    9. Obrigada pela explicação, Ricardo Vecci! Pelo que eu entendi, independente da mãe ter direito ou não ao salario maternidade, caso ela morra e o pai seja segurado e tenha cumprido a devida carência, quando for necessário, ele terá direito. Estou certa?

      Mais uma vez, valeu!!

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    10. Errado. Maria não tem direito ao salário maternidade pois não cumpriu a carência de 10 contribuições. João, como segurado empregado, tem direito aos 120 dias de salário maternidade se fizer o requerimento dentro do período que inicia com o óbito até 115 dias.

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  20. Resolvendo algumas questões, me deparei com uma pouco utilizada nos exercícios, que é sobre a desoneração da folha de pagamento. Então, para fixar o conteúdo, lá vai ela:

    CESPE - AJ CNJ/Administrativa/Contabilidade/2013
    Acerca da contribuição previdenciária do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), julgue o item seguinte.

    As empresas de desenvolvimento de software podem optar pela contribuição previdenciária com base na receita bruta.

    C/E

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    1. Esse eu deixaria em branco, confesso que não sei a resposta!

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    2. Acho eu que esteja errado. Pois geralmente essas empresas lucram muito com poucos empregados. Então deva ser com base no lucro líquido.

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    3. Em pesquisa achei o seguinte:

      Esta questão trata do programa do governo federal da desoneração da folha de pagamentos, no qual a contribuição patronal tem sua base de cálculo trocada. Em vez dos clássicos 20% sobre o total da folha de pagamentos, as empresas enquadradas pagam 1 ou 2% sobre a receita bruta.
      Se enquadram no regime as empresas de TI.

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    4. Marcaria como errada. Que eu saiba empresas desse ramo que podem optar por contribuir c/ 4,5% sobre a receita bruta sao empresas de desenvolvimento concepçao e projeto de circuitos(nao me lembro se é bem isso que estava escrito), TIC e TI. A menos que desenvolvimento de software se enquadre em TI. Aguardo os colegas que estao com a memoria melhor pra dar uma luz ai

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    5. acho que a questão está correta, essas empresas de TI e TIC (possa ser o caso das empresas de desenvolvimento de software) trocam o recolhimento patronal por essa contribuição de 2% da receita bruta.

      agora para complementar o raciocínio, esse tipo de empresa deixam de recolher os 20% que normalmente são pagos e contribuem somente com o RAT 1%,2% e 3% x FAP para os empregados e trabalhadores avulso.

      minha dúvida é: se elas tem o direito de optar?

      gostaria de saber o gabarito.

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    6. Gabarito: Correto.
      Vide comentário de João Calandrini.
      Referente a sua dúvida João, o CESPE considerou que as empresas podem optar por esse tipo de contribuição. No entanto, a lei não fornece margem de escolha, a empresa é obrigada a se enquadrar nessa forma de contribuição.
      Mais CESPE é CESPE né.

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  21. Este comentário foi removido pelo autor.

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  22. Ana segurada facultativa, ao recolher sua contribuição em outubro de 2015, recolheu também duas parcelas atrasadas, agosto e setembro. As parcelas recolhidas em atraso por Ana, contará como tempo de contribuição mas não como tempo de carência.

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    1. ERRADO - O tempo conta tanto para carência como para tempo de contribuição.

      A única cuidado para o pagamento em atraso é que após 6 meses sem contribuir ele perderá a qualidade de segurado, como ela passou apenas 2 meses sem contribuir ela pagará com juros os meses anteriores, porém será contado para carência como para T.C.

      Ótima questão Carlos!

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    2. se fosse para concessao de algum beneficio essas parcelas atrazadas tb contariam como carencia para concessao?

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    3. Contaria sim Marcio Freitas, lembrando que isso não é para todos os segurados.

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    4. ate no caso de concessao de salario maternidade?

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    5. Errado, não conta como TC e não conta como carência. O vínculo do segurado facultativo com a previdência social se inicia no momento em que é feita a inscrição, sendo confirmado com o pagamento da primeira contribuição sem atraso.
      Não é permitido ao facultativo o pagamento de contribuições relativas a competências anteriores à data de sua inscrição.

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    6. E - Vide explicação de Ronilson

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    7. Sim márcio,

      Rico86, conta para os dois, quando a lei fala competências anteriores ela está se referindo a contribuições antes da minha primeira como segurado facultativo, isso realmente não pode, só que a questão está expondo contribuições atrasadas após a inscrição ou seja é da mesma competência, portanto pode ser usada para carencia ou tempo de contribuição.

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    8. Fiquei em dúvida ao ler o texto de lei. Conta como tempo de carência ou não?

      Lei 8213 - Art. 27. Para cômputo do período de carência, serão consideradas as contribuições: (Redação dada pela Lei Complementar nº 150, de 2015)

      II - realizadas a contar da data de efetivo pagamento da primeira contribuição sem atraso, não sendo consideradas para este fim as contribuições recolhidas com atraso referentes a competências anteriores, no caso dos segurados contribuinte individual, especial e facultativo, referidos, respectivamente, nos incisos V e VII do art. 11 e no art. 13. (Redação dada pela Lei Complementar nº 150, de 2015)

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    12. Boa noite Mila, tentarei tirar a sua dúvida.

      No caso do segurado facultativo, para contagem do período de carência, só serão consideradas as contribuições realizadas a contar da data do efetivo pagamento da primeira contribuição sem atraso, como você mesmo expôs. Não é permitido o pagamento de contribuições relativas a competências anteriores (atenção nessa palavra) à data de inscrição, pois a filiação do segurado facultativo não pode retroagir.

      No entanto, sendo paga a primeira contribuição sem atraso, as contribuições referente a competências posteriores (percebeu a diferença?), mesmo que sejam pagas com atraso, serão consideradas para efeito de carência. Se ele recolheu as contribuições atrasadas, é por que ainda não tinha perdido a qualidade de segurado. Nesse caso, conta-se como período de carência, pois o segurado manteve a qualidade de segurado facultativo.

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    13. Boa noite Ricardo.
      Muito obrigada pela explicação.

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  27. Errado. Para joão aposentar por TC terá pela frente mais 23 anos de trabalho.

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  28. b) Tratando-se de mulher, para aplicação do fator previdenciário, cujo cálculo baseia-se na idade, na expectativa de sobrevida e no tempo de contribuição do

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