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Questões CESPE - Nº 449

449. (CESPE - 2013 - SEGER-ES) Em relação às normas que regulam o salário de contribuição do RGPS, assinale a opção correta.
 a) Aplica-se o limite máximo do salário de contribuição às contribuições do empregado e do empregador.
 b) Conforme jurisprudência do STJ, incide contribuição previdenciária sobre o valor relativo às férias gozadas durante a vigência do contrato de trabalho, com exceção do terço constitucional de férias, dada a sua natureza indenizatória.
 c) As parcelas de natureza remuneratória integram o salário de contribuição, mas não o salário-maternidade, que tem natureza indenizatória.
 d) O décimo terceiro salário integra o salário de contribuição, inclusive para o cálculo de benefício.
 e) Nenhum valor de diária, destinado a indenizar despesas do empregado com alimentação, hospedagem e deslocamento, quando este precisar se deslocar transitoriamente a serviço da empresa, integra o salário de contribuição.



Gabarito: B

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167 comentários:

  1. Respostas
    1. Acho que vários de nós queria dizer: "B de Bosta", outros, mais contidos, optam por B de Boston, por exemplo. Gostei, Tiago, desopila, alivia.

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    2. Fiquei rindo de madrugada sozinho.kkk

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  2. Quanto a e) alguem sabe dizer qual valor de diária integra o salário de contribuição.

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    1. Quando exceder 50% da remuneração.

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    2. Conforme dito pela Kelly, vamos citar um exemplo:

      O segurado recebe 1.400,00 para diárias até 700,00 não incide a taxa, mais caso o valor passe disso o valor será somado ao salário para cálculo de contribuição.

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    3. Obrigado pela luz pessoal.

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  3. Letra B


    Conforme jurisprudência do STJ, incide contribuição previdenciária sobre o valor relativo às férias gozadas durante a vigência do contrato de trabalho, com exceção do terço constitucional de férias, dada a sua natureza indenizatória.


    Bons Estudos.

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    1. Olá, sabe onde posso conseguir uma lista das Jurisprudências que precisamos estudar????
      Obrigada,

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  4. Cespe sendo cespe kkkk. B de bom dia Brasil!
    Quase que caio na E.kkkkk

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  5. Não precisava nem ler as próximas. B
    Referente a E, só pelo termo "nenhuma" já poderíamos acreditar que estaria errada.

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  6. Qual o erro da alternativa A? Está restringindo que só incide contribuição sobre o limite máximo?

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    1. Jamila, a contribuição do empregador incide sobre a remuneração e não sobre o salário de contribuição.

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    2. Não me atentei ao empregador, o cérebro já relaciona que depois da palavra empregado, vem o trabalhador avulso. Rsrsrsrsrsrsrs

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    3. É que a base de cálculo da contribuição da cota patronal do empregador irá racair sobre a "remuneração", logo, esta base para a contribuição patronal do empregador poderá ser acima do limite máximo do SC.

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  7. Eu perderia essa questão brincando.Marcaria letra E.Fico me perguntando que a letra B indeniza o quê?Na E eu entendi que o valor foi dado quando o cara voltou e disse o que gastou,ai ele foi indenizado.

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    1. Quando as diárias são dadas sem que o empregado tenha que comprovar o que gastou,aí ,sim,entra a regra dos 50%.Mas é assim,erro aqui pra não errar na prova.

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    2. E aí moça. Como vai as coisas com o trabalho? Tá dando pra estudar direitinho?

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    3. OI,Thiago!Tá não ,meu amigo.È dificil,hoje tô em casa.Folga.

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    4. Tô pensando seriamente em sair.

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    5. Sei nem o que falar. É complicado.

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    6. Eu, casado, com filho e outro a caminho, não posso nem pensar nessa possibilidade. Mas se tá te atrapalhando e você souber que pode segurar mais um pouco, acho que é uma coisa a se pensar.

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    7. Quando digo segurar é sem o trabalho.

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    8. Sei bem o que é isso,Thiago.Também tenho jornada dupla...Mas transformemos dificuldades em energia!
      Obrigada pela atenção.

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  8. QUESTÃO 5 - Com relação à pensão por morte, julgue se Certo ou Errado:

    Não obstante a pensão por morte ter duração máxima variável, conforme a idade e o tipo do beneficiário, este benefício previdenciário independe de carência.

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. C

      As 18 contribuições e os 2 anos de casamento são apenas requisitos, nada tem a ver com carência. Vlw

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    3. Gabarito: Certo. A pensão por morte está entre os benefícios previdenciários que independem de carência; vale lembrar: pensão por morte, auxílio reclusão, salário família e auxílio acidente.

      Quanto à duração, realmente a pensão por morte tem duração máxima variável, conforme a idade e o tipo do beneficiário, a saber:
      I - Para o(a) cônjuge, o(a) companheiro(a), o(a) cônjuge divorciado(a) ou separado(a) judicialmente ou de fato que recebia pensão alimentícia:
      Duração de 4 meses a contar da data do óbito:
      Se o óbito ocorrer sem que o segurado tenha realizado 18 contribuições mensais à Previdência ou;
      Se o casamento ou união estável se iniciou em menos de 2 anos antes do falecimento do segurado;

      II -Duração variável conforme a tabela abaixo:
      Se o óbito ocorrer depois de vertidas 18 contribuições mensais pelo segurado e pelo menos 2 anos após o início do casamento ou da união estável; ou
      Se o óbito decorrer de acidente de qualquer natureza, independentemente da quantidade de contribuições e tempo de casamento/união estável.
      Idade do dependente na data do óbito.

      menos de 21 anos............... 3 anos
      entre 21 e 26 anos.............. 6 anos
      entre 27 e 29 anos............... 10 anos
      entre 30 e 40 anos............... 15 anos
      entre 41 e 43 anos............... 20 anos
      a partir de 44 anos............... Vitalicio

      Para o cônjuge inválido ou com deficiência:
      O benefício será devido enquanto durar a deficiência ou invalidez, respeitando-se os prazos mínimos descritos na tabela acima.

      Para os filhos, equiparados ou irmãos do falecido (desde que comprovem o direito):
      O benefício é devido até os 21 (vinte e um) anos de idade, salvo em caso de invalidez ou deficiência.

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  9. Este comentário foi removido pelo autor.

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  10. QUESTÃO 6 - No tocante à pensão por morte e ao auxílio reclusão, a legislação previdenciária não vinculou a forma de cálculo destes benefícios diretamente ao salário de benefício.

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    1. Certo pq vincula ao valor da aposentadoria q ele recebia ou q teria direito se estivesse aposentado por invalidez na data do seu falecimento.

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    2. Certo! Mas indiretamente não deixa de estar vinculada: a renda mensal da pensão por morte corresponde a 100% do valor da aposentadoria que o segurado recebia ou daquela a que teria direito se estivesse aposentado por invalidez na data de seu falecimento.

      "Só existem duas regras para passar em concursos públicos:
      Regra nº 1: estude!
      Regra nº 2: não esqueça a regra nº 1!
      (Profº Hugo Goes)

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  11. Este comentário foi removido pelo autor.

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    1. Pessoal, se alguém puder ajudar nesta questão do Cespe/2009, eu desde já agradeço. Ela foi considerada errada. Eu consideraria correta se fosse para considerar C/E, porque "parece claro" no enunciado que o segurado era aposentado e, nesta situação, a pensão por morte só poderá ser 100% da aposentadoria que recebia quando do falecimento. O que vocês acham?
      A respeito do benefício previdenciário pensão por morte, assinale a opção correta.

      Em qualquer situação, o valor mensal do benefício será de 100% do valor da aposentadoria que o segurado recebia.

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    2. Errado. Existe uma exceção que jamais podemos esquecer Rico86. Aposentadoria por invalidez com adicional de 25%. Nesse caso, a pensão não será o valor integral da aposentadoria, pois esse acréscimo cessará após a morte, não sendo incorporado na pensão por morte.

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    3. Eu não vi dessa forma rico86.
      O que deu pra eu entender é que essa seria a única situação que um benefício de pensão por morte é calculada. Ainda tem aquela que o segurado, quando não aposentado, teria direito a 100% do valor da aposentadoria por invalidez, se estivesse inválido naquele momento.

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    4. Obrigado mesmo, esqueci completamente da possibilidade de um segurado aposentado ter o acréscimo de 25%, neste caso, o valor cessa e não entra na pensão por morte. Muito bom, Ricardo e Tiago. A gente pode reclamar, mas a banca Cespe tem um jeito inteligente de elaborar questões.

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    5. Ao que parece: nem sempre a pensão por morte será de 100% do valor da aposentadoria por invalidez: No caso do segurado recluso, na verdade, nunca aplicará 100% sobre o valor da aposentadoria que o preso recebia, pois ele não pode ser aposentado no momento da prisão. Então, na prática, será utilizada a mesma regra do cálculo da aposentadoria por invalidez, que corresponde a 100% do SB.

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  13. Questão:
    O limite mínimo do salário de contribuição do empregado, inclusive o doméstico, trabalhador avulso e contribuinte individual é o salário mínimo tomado no seu valor mensal, diário ou horário.

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Empregado, doméstico e trabalhador avulso está certo. Tenho dúvidas referente ao CI, mas acho que é só sobre salário-mínimo.
      Vou de Errada.

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    3. Este comentário foi removido pelo autor.

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    4. ERRADA - essa regra citada na questão não está incluso o C.I.

      § 3º O limite mínimo do salário-de-contribuição corresponde:

      I - para os segurados contribuinte individual e facultativo, ao salário mínimo; e

      II - para os segurados empregado, inclusive o doméstico, e trabalhador avulso, ao piso salarial legal ou normativo da categoria ou, inexistindo este, ao salário mínimo, tomado no seu valor mensal, diário ou horário, conforme o ajustado e o tempo de trabalho efetivo durante o mês.

      Exemplo: no caso do menor aprendiz com contrato de 22hs semanais ao final do mês o mesmo pode não ter o valor total mensal correspondente a um salário mínimo, mesmo sendo abaixo do piso de contribuição, ele não deixa de ser segurado obrigatório como empregado e seus benefícios em substituição ao salário contribuição serão no valor de um salário mínimo.

      Já no Caso do C.I. não existe essa possibilidade o mínimo de contribuição é o piso de um salário mínimo.

      Bons Estudos!

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    5. Eu colocaria CERTO.
      No caso do CI, se a soma de todos os rendimentos auferidos por ele não for igual ou maior que um salário mínimo, ele terá que completar com 20% sobre o valor restante, somando com os 20% do que ele já recebeu. Se não o fizer, ele não poderá contar com esta contribuição para nada.

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    6. Thiago, não entendi bem sua resposta.
      Se o CI receber menos do que um salário-mínimo no mês, ele deverá completar até atingir o valor mínimo estabelecido em lei. Ou seja, para ele utilizar essa contribuição no futuro, ele não poderá efetuar o recolhimento tomando seu valor diário ou horário de seu trabalho. Deverá sempre se basear no salário-mínimo.

      Agora o empregado, se ele trabalhar por apenas 1 dia no mês, ele estará obrigado a recolher apenas o valor do seu ganho diário.

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    7. Entendi a questão da mesma forma do ricardo, na questão até onde diz "...salário mínimo" está correto, mas o complemento da questão a torna errada.

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    8. Ok, então por favor me ajudem a entender. Se todos concordam que até a parte "salário mínimo" está certo, como eu também acho, o que faz do resto " tomado no seu valor mensal, diário ou horário" está errado.

      Lei 8.212
      art.28
      § 3º O limite mínimo do salário-de-contribuição corresponde ao piso salarial, legal ou normativo, da categoria ou, inexistindo este, ao salário mínimo, tomado no seu valor mensal, diário ou horário, conforme o ajustado e o tempo de trabalho efetivo durante o mês.

      Quero entender para podermos massificar o conteúdo.

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    9. Errada. Pensei da seguinte forma: o limite mínimo do salário-de-contribuição não é necessariamente o salário mínimo, mas o piso salarial da categoria. Da forma como foi colocado parece q é o salário mínimo e pronto.

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    10. Boa. Agora entendi o erro. Na verdade o salário mínimo é a exceção. Quando não há piso salarial é que se aplica o salário mínimo. Na questão realmente é explícita a expressão "É O SALÁRIO MÍNIMO".
      Valeu gente.

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    11. Thiago , o dispositivo que você postou aí está correto. Contudo, como o próprio Hugo Góes explica nas aulas de custeio, nem tudo que está aí se aplica ao CI. A situação muda conforme o tipo de segurado e , no caso do CI, de fato é da forma como o colega Thiago Vecci colocou. Entendi desta maneira também, se alguém puder contribuir com algo mais, fique a vontade ^^

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    12. Bem observado o detalhe do piso salarial apontado pela colega Graciele. Mesmo que ele viesse mencionado no enunciado ainda sim a questão estaria errada, uma vez que essa questão de salário mínimo "Diário " ou "horário" , não se aplica ao CI. Assim, são dois erros na questão.

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    13. A questão coloca o povo num "balái" só.E não é assim.E/Dom/avuls piso salárial,só entra o minimo se não houver piso salárial.Só isso.Questão errada."Si pudemo simprificá,pra que compricá?"

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    14. Gabarito Errado.
      Exatamente como a maioria descreveu. São dois erros.
      O amparo legal é o art. 28 §3°
      O limite mínimo do salário-de-contribuição corresponde ao piso salarial, legal ou normativo, da categoria ou, inexistindo este, ao salário mínimo, tomado no seu valor mensal, diário ou horário, conforme o ajustado e o tempo de trabalho efetivo durante o mês.
      E também aulas do prof. Hugo Goes em relação ao custeio.
      1 - O piso salarial da categoria é o limite mínimo para o segurado empregado, doméstico e trabalhador avulso ou inexistindo, o salário mínimo mensal, diário e horário.
      2 - C.I não entra na regra, o piso é o salário mínimo. Pode ganhar uma remuneração de 10,00 no mês que o salário de contribuição é um salário mínimo.

      Essa ñ é da Cespe...rs eu q fiz e espero ter ajudado. Parabéns aos colegas. Bons estudos.

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    15. Vou recorrer: "O limite mínimo é o salario mínimo", o piso salarial não é menor que o salário mínimo. Eu marcaria errada se a questão fosse elaborada da seguinte forma: "O limite mínimo do salário de contribuição do empregado, inclusive o doméstico, trabalhador avulso e contribuinte individual é o piso salarial da categoria." Errada. CI não tem piso salarial e nem todo empregado, inclusive o doméstico também não tem piso salarial.

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    16. Rico86,mas é exatamente isso,se tiver um piso que seja maior,vai ser usado o piso,mas se não tem um piso,se usa o mínimo ,porque não pode haver piso menor que o mínimo.A ressalva é justamente pro caso de o piso ser maior.

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    17. O que eu tento dizer é que o salário mínimo engloba todos os segurados citados no enunciado da questão e minha linha de raciocínio foi exatamente esta, a "banca" ter incluído o CI e o doméstico, já que o empregado e o avulso podem muito bem ter ou não piso salarial. Tô começando a achar o meu recurso fraco... Eu sabia do dispositivo legal, mas achei que era a famosa "pegadinha"; nem tudo que parece é. Tudo em excesso é sobra. Vamos lá, desculpe, mas não me convenceu.

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    18. Entendi o que vc pensou,tem muita lógica,mas acho que o caminho da banca foi outro,mas vc tem muita razão.

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  14. Questão (Adaptada):

    Ao segurado ou segurada da Previdência Social como empregada ou empregado que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança, é devido salário-maternidade pelo período de 120 (cento e vinte) dias, sendo esse benefício pago diretamente pela empresa, compensando posteriormente das contribuições devidas a previdência.

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    1. Errado.
      O benefício será pago pelo INSS.

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    2. Quem paga o salário-maternidade?

      A Empresa, para a segurada empregada, exceto nos casos de adoção ou guarda judicial para fins de adoção

      A Previdência Social, para a segurada empregada, nos casos de adoção ou guarda judicial para fins de adoção.

      A Previdência Social, em qualquer hipótese nos pedidos da empregada doméstica, contribuinte individual e facultativa.

      Mediante convênio com a Empresa, Sindicato ou Entidade de aposentados devidamente legalizados, nos casos de adoção ou guarda judicial para fins de adoção.

      Em qualquer caso, será descontado mensalmente do salário-maternidade o valor da contribuição previdênciária devida pela segurada.

      Bons Estudos ! ! !

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    3. Errado. Em caso de adoção ou guarda judicial para fins de adoção, quem paga o salário maternidade é o INSS, mesmo no caso do segurado(a) empregado.

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    4. Errado. Adoção quem paga é o INSS, com visto pelos colegas acima.

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    5. Errado: mas tem exceção para as empresas que tem convênio com a previdência social.

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  15. Agradeço a quem puder responder minhas dúvidas:

    1a dúvida:
    A dona de casa de baixa renda que se dedique exclusivamente ao trabalho doméstico em sua residência pode contribuir com 5% ou 11%, é isso??


    2a dúvida:
    O Sistema Especial de Inclusão Previdenciário diz que a alíquota de 20% pode ser reduzida para 11% para elas ou para 5%?


    3a dúvida:
    No caso do Trabalhador Avulso quem é responsável pela cota patronal?
    Operador portuário? Tomador de mão de obra? OGMO? Todos eles?


    4a dúvida:
    Em relação a cota patronal das empresas que contratam cooperados por meio das cooperativas de trabalho, a alíquota é 15%, não é isso?

    Mas "de acordo com a jurisprudência ficou decidido que as empresas ficaram desobrigadas a recolher esses 15%"... Então qual seria a contribuição dessas empresas?


    5a dúvida:

    No caso dos cooperados, então tanto a EMPRESA quanto a COOPERATIVA DE TRABALHO recolhem cota patronal para pagar o INSS?

    E qual seria o desconto da cooperativa de trabalho em relação a seus cooperados? 20%? 15%?

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    Respostas
    1. Sobre as 2 primeira dúvidas:
      A alíquota reduzida de 5% somente pode ser requerida em 2 casos, primeiro para a dona de casa que se dedique exclusivamente ao trabalho domestico em sua residencia, segundo para o MEI (Microempreendedor individual).

      No caso da opção de exclusão da aposentadoria por tempo de contribuição para o contribuinte individual
      que trabalhe por conta própria, sem relação de trabalho com empresa ou equiparado e do segurado facultativo o percentual em 11%.

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    2. 3a - As contribuições previdenciárias patronais e as destinadas a outras entidades ou fundos, incidentes sobre a remuneração paga, devida ou creditada ao trabalhador avulso portuário, são devidas pelo operador portuário e a responsabilidade pelo seu recolhimento cabe ao OGMO.

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    3. 1) Segurada Facultativa, poderá contribuir com 5% (se dedique exclusivamente ao trabalho doméstico em sua residência), 11% (regra geral) ou 20%, caso opte pela aposentadoria por tempo de contribuição. Lembrando que as contribuições de 5% e 11% tem base de cálculo de um salário-mínimo.

      2) A alíquota de 20% pode ser reduzida para 11% se optarem pela exclusão do direito ao benefício de aposentadoria por tempo de contribuição. A contribuição de 5% é uma exceção à regra geral dos 11%, mas também não lhe dá direito a aposentadoria por tempo de contribuição.

      3) As empresas que o trabalhador avulso lhe prestem serviços.

      4)Isso. A empresa contribui com 15% sobre o valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços. Mas, conforme entendimento do STF, essa contribuição previdenciária é inconstitucional, vez que não poderia ter sido instituída por meio de lei ordinária. Logo, até que a contribuição seja estabelecida por Lei Complementar, não poderá ser exigida.

      5) Bem, os 15% são pagos pela empresa tomadora do serviço. Em caso da atividade exercida pelo cooperado permita concessão de aposentadoria especial, será devido o adicional de 9%, 7% ou 5%, incidente no valor bruto da nota fiscal, fica a cargo da empresa tomadora do serviço.
      Agora, referente a Cooperativa, essa deverá descontar 11% dos Contribuinte Individual que remunerar durante o mês, observando os limites previdenciários.

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    4. No 3) Trabalhador avulso portuário é descontada pelo órgão gestor de mão de obra.

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    5. Obrigada Ronilson e Ricardo!

      Ricardo, então seria assim:
      Cooperado presta serviço à empresa, esta empresa passa à Cooperativa a remuneração e a cota patronal
      A Cooperativa desconta 11% da remuneração do cooperado, recolhendo aos cofres públicos
      E a empresa, mesmo passando à cooperativa, ainda assim recolhe 20% para os cofres públicos?
      Ou seja: tanto a empresa quanto a cooperativa recolhem?

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    6. Vou tentar ajuda-la. Para facilitar, colorei por partes:
      Primeiramente é bom lembrar que o cooperado é considerado contribuinte individual.

      Empresa tomadora do serviço - Alíquota de 15% sobre o valor bruto na nota fiscal ou fatura de prestação de serviços, podendo ser acrescida de 9%, 7% ou 5% em caso de atividades que gerem aposentadoria especial.

      Cooperativa de trabalho (a que a empresa acima ''contratou'', por exemplo) - Não está sujeita a contribuição patronal, pois essa fica a cargo da empresa tomadora do serviço (os 15%). Todavia, esta tem a obrigação de descontar a contribuição de seus cooperados (CI) que é de 11%.

      Cooperativa de produção - Nesse caso, ficará a cooperativa responsável pela contribuição de 20% sobre a importância por ela pagas, distribuídas ou creditadas ao respectivos cooperados. Percebe-se que nesse caso não existe empresa tomadora de serviço. Eles produzem e vendem, por isso são equiparadas às empresas. Além disso, deve-se descontar os 11% dos seus cooperados.

      Agora vem a exceção - Cargos de direção na cooperativa, independentes se sejam de trabalho ou produção, desde que sejam remunerados, estão sujeitos à incidência dos 20%, além dos 11% recolhidos da remuneração do cooperado.

      Cooperado - O contribuinte individual arcará só com os 11% descontados pelas cooperativas, sejam elas quais forem.

      Essas são as contribuições referentes às cooperativas.

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  16. Este comentário foi removido pelo autor.

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  17. Letra B. Vi isso a poucos dias. O terco de férias gozadas de acordo c o inss tem caráter contributivo e se não forem gônadas nesse caso será de caráter idenizatorio, não haver recolhimento de contribuição.

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  18. B.
    Caso a questão dissesse segundo o entendimento da RFB que incide contribuição previdenciária sobre o 1/3 constitucional das férias trabalhadas seria correto, certo?

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  19. Gente,me passei aqui.A DEFICIÊNCIA GRAVE no rol de dependentes só entra em 2016 né? não vale pro nosso concurso não né?"salvo se inválido,def intelectual ou mental assim declarado judicialmente" é isso que tá valento pra gente né?

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    1. tudo vai depender do edital se a lei for cobrada vai cair sim, não se preocupa com detalhes fixa em leis seca do ultimo edital.

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  20. Sim, para o nosso concurso a regra de deficiência grave não estará valendo.

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  21. Gente,eu não sei vocês,mas eu já tô até a tampa com tanta picuinha,tanto detalhe,tanto "salvo",tanto segundo STF,STJ,TNU,JURISPRUDÊNCIA....Eu olho pra esse tanto de papel em cima da mesa e me dá uma vontade de abrir a janela e jogar lá em baixo...rsrsrsrsrs

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    1. Verdade...rs. Ja li e reli livro de Direito Previdenciário umas 15 vezes e sempre tem algo que não se sabe. É bem raro errar uma questão hoje, mas me parece que atingir os 100% em previdenciário algo bem complicado.. É muito rico em detalhe mesmo.. Talvez por isso que achei que gostei tanto, é bem desafiante..

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    2. Desafiante e DESGASTANTE,porque a gente tem as outras matérias também...Enquanto tô em previdenciário ,fico morrendo de culpa por não tá em lógica,constitucional...É difícil,meu amigo!!Mas todos aqui do blog estão no caminho certo!!!AVANTE.

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    3. Rs..é vdd, acontece cmg tb essa culpa. Previdenciário exige um pouco de exclusividade mesmo..

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    4. qria saber se a galera aqui estuda por apenas um autor e vai fundo nas leis (é o que parece) ou busca ler mais de um autor de direito previdenciário...

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    5. Rafael,eu li mais de um,mas posso te garantir que Hugo Goes é o melhor!

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    6. é excelente tb, mas qndo pesquisei percebi q teve variação de gosto..de adequação talvez. De qualquer forma me parece bom ler mais de um. Indico tambem o Ivan Kertzman e Frederico Amado.

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    7. Tirando os simulados do professor Italo Romano, tem algum que alguem aqui indica? até por ter muita mudança e, logo, não ter questões dessas materias, torna-se excelente simulados com questões ineditas..se a galera tiver alguns para indicar..

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    8. Este comentário foi removido pelo autor.

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    9. Você tem os links dos simulados do Ítalo Romano ou é material comprado?

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    10. É comprado. E bem barato.. Tem as correções em video.. Tem mta questão boa..vale a pena

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    11. No site sejogavideos... O curso chama-se ''pocket''..

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  22. Sugiro que assinem o tecconcursos ou qconcursos e resolvam exercícios do CESPE

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  23. Cespe- Os periodos em que o segurado recebe beneficio previdenciario por incapacidade decorrente de acidente de trabalho, de forma continua ou nao, nao sao contados como tempo de contribuição.

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