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  • O melhor programa social é o emprego.
  • O pior inimigo do trabalhador é a inflação.
1. O MELHOR PROGRAMA SOCIAL É O EMPREGO

Para gerar emprego, o Brasil precisa atrair os investidores, e não espantá-los.
Para gerar emprego, a economia brasileira precisa voltar a crescer.
O emprego é consequência do investimento. O emprego é consequência do crescimento. É fácil ver que, quando o PIB cresce, o emprego aparece.
Para gerar emprego é imprescindível que se estimule o surgimento de novas empresas, de todos os tipos e tamanhos, e em todos os setores e ramos.
Para gerar emprego é preciso realizar as mudanças necessárias para que a estrutura de incentivos faça com que muito mais gente, e em muitos mais lugares, passe a empreender, tanto de forma individual como grupal e coletiva.
Quando a taxa de desemprego é alta, os trabalhadores aceitam salários menores. Mas à medida que o desemprego diminui, a tendência é que ocorra um aumento no valor dos salários.

2. O PIOR INIMIGO DO TRABALHADOR É INFLAÇÃO

Uma economia aquecida em geral é bom para todos: há mais vendas para os empresários e mais empregos para os trabalhadores. No entanto, se há muita procura de produtos, eles podem ficar escassos e passarem a custar mais caro, causando inflação.
A inflação também sobe mais rapidamente quando o governo eleva muito o estoque de moeda em circulação. Ou seja, quando o governo imprime mais moeda faz com que os preços aumentem. A quantidade de moeda em circulação determina o nível de preços. 
Em economias modernas, o estado (via Banco Central) controla a quantidade de dinheiro circulando na economia.
O Brasil possui um sistema de metas para inflação que foi instituído em junho de 1999 pelo Banco Central (BC). Para manter o nível de inflação esperado, o BC faz uso da política monetária, por meio da taxa básica de juros, a Selic.
Assim, caso o BC observe que a inflação corre o risco de superar a meta, a tendência é elevar os juros. A taxa de juros foi o instrumento escolhido, pois ela determina o nível de consumo do país, já que a taxa Selic influencia os juros de todas as operações na economia.
A Selic é utilizada pelos bancos como um parâmetro. A partir dela, as instituições financeiras definem quanto vão cobrar por empréstimos às pessoas e às empresas. Caso os juros do país estejam altos, o consumidor tende a comprar menos, porque a prestação de seu financiamento vai ser mais alta. Isso reflete na queda da inflação.
A independência do Banco Central é prática na maioria dos países com meta de inflação. Um Banco Central independente é importante para proteger a instituição de possíveis interferências políticas no futuro. A moeda não pode ser desvalorizada ao sabor de eventuais oscilações políticas no comando do Executivo.
O Chile, por exemplo, adotou a independência formal do Banco Central há mais de 20 anos, com os membros do conselho sendo indicados para um longo período fixo.
O Banco Central do Brasil nasceu independente em 1964, com seus diretores ostentando mandatos fixos. Em pleno regime militar, três anos depois, em 1967, o presidente Costa e Silva exterminou aquela autonomia. A partir de então, o Banco Central foi submetido à total subordinação ao Poder Executivo. A emissão de moeda passou a ser controlada pela área gastadora do Estado, o Governo Federal. O fim da independência foi causa determinante das tristes quadras inflacionárias de 1970 e 1980, denominadas décadas perdidas.

Um comentário:

  1. O PIOR INIMIGO DO TRABALHADOR É A ESPECULAÇÃO FINANCEIRA DO PATRÃO, O QUAL DEIXA DE FAZER PARAFUSO, BOTA, MESA, PARA APLICAR NO MERCADO FINANCEIRO. NO BRASIL SE GASTA QUASE 40% DO PIB PARA PAGAR OS RENTISTAS QUE SEQUESTRARAM O ESTADO, VEJAM OS GANHOS COM O TAL TESOURO DIRETO, ENTÃO É PRECISO FAZER UMA AUDITORIA DA DÍVIDA INTERNA E ENTÃO VAMOS DESCOBRIR QUEM DE FATO FERRA COM O TRABALHADOR.O ESTADO BRASILEIRO ESTÁ SENDO CORROÍDO POR UMA ELITE DO ATRASO BEM APONTADA PELO JESSÉ SOUSA E NO TOCANTE A ECONOMIA POSSO CITAR O TRABALHO DO PROFESSOR LADISLAU DOWBOR: A ERA DO CAPITAL IMPRODUTIVO. AI NÃO SOBRA DINHEIRO PARA AUXILIAR AS PESSOAS QUE MAIS PRECISAM COMO OS NORDESTINOS VITIMA DOS CORONÉIS, E OS FAVELADOS DE SP E RIO.NOSSAS ESCOLAS NOS FORMAM PELA TAL DE MERITOCRACIA, PORÉM OS POBRES ENTRAM NA DISPUTA EM DESVANTAGEM, LOGO NÃO É DISPUTA E SIM JOGO DE CARTAS MARCADAS, O QUE SÓ PERPETUA A POBREZA E SENSAÇÃO DE DERROTA DOS MAIS POBRES.ISSO PRECISA MUDAR E É PRECISO QUE O ESTADO ENTRE NA JOGADA PARA EQUILIBRAR O JOGO E FAZER JUSTIÇA, LOGO DEVEMOS TER BOLSA FAMÍLIA PARA AS FAMÍLIAS QUE PASSAM O MÊS COM MÍSEROS R$130, OU SEJA ABAIXO DA LINHA DE POBREZA, É PRECISO COTAS NAS UNIVERSIDADES. PORTANTO É PRECISO DAR OPORTUNIDADES PARA QUE OS POBRES POSSAM COMPETIR E ESSE FOI O MOTIVO QUE DEIXOU A CLASSE MÉDIA SE BORRANDO, POIS QUEM VIVE NA MISÉRIA QUANDO PERCEBE QUE PODE VENCER VAI COM TUDO, VEJAM OS 'CONCURSEIROS' DO NORDESTE QUE SÃO MELHORES DOS QUE OS DO SUDESTE. ELES SABEM QUE UMA OPORTUNIDADE DESSA PODE MUDAR A VIDA, ENTÃO ESTUDAM DIA E NOITE.QUEM SABE ASSIM TEREMOS UM POVO QUE DEFENDA O PATRIMONIO DO POVO: SUS, PETROBRAS, ELETROBRAS, EMBRAER - TODAS CONSTRUÇÕES NOSSAS E DE SUCESSO, COPIADAS PELO MUNDO E QUE ESTÃO SENDO FURTADAS DE TODOS NÓS.

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