Plantemos e aguardemos que a planta frutifique no tempo oportuno. Isto moderaria bem alguns educadores apressados, exigentes ou vaidosos, confortaria a outros, sempre descontentes com a colheita, e - o que é melhor - aliviaria muito as crianças e sobretudo os jovens.

São Paulo anotou estas necessárias etapas da vida: "Quando eu era criança, falava como criança, sentia como criança, pensava como criança. Mas quando me tornei homem, abandonei o que era de criança" (! Cor. 13, 11).

Observação também muito própria para sofrear impaciências e precipitações do educador é que o fim primeiro na intenção é sempre o último na aquisição.

Monsenhor Álvaro Negromonte, no Livro "A Educação dos Filhos".