Agora o sujeito está defendendo as "cotas raciais nos concursos públicos".

O projeto de lei, que foi encaminhado ao Congresso Nacional pela presidenta Dilma, reserva no mínimo 20% das vagas em concursos públicos federais para afrodescendentes.

A Folha de São Paulo noticiou que o deputado pastor relatará o projeto na Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Ele indicou que vai avaliar com assessores se é viável aumentar o percentual das vagas. "Se houver mudança, será para aumentar esse índice e não para diminuir", afirmou. "Essa é uma discussão que precisa ser feita no país. Há uma disfunção social que precisa ser reconhecida e debatida para ser melhorada", completou.

Minha opinião:

O deputado está querendo remendar um erro, cometendo outro erro. Feliciano foi alvo de ataques de movimentos negros por ter publicado em seu Twitter que "africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé" e que "uma maldição acomete o continente africano". Agora, o pastor está querendo redimir-se da "asneira" que falou, defendendo as cotas raciais. O bode expiatório [a vítima oferecida em sacrifício pelo "pecado"] do pastor são todos os concurseiros que, realmente, se dedicam aos estudos. Estes terão suas chances de aprovação diminuídas e, dessa forma, pagarão pelo "pecado" do pastor.