Precisamos de ideias, sim. Certas, claras e altas. Mas firmes e profundas. Nada de superficialidade e flutuações em questões tão definitivas. De que serviria ao navegante um farol que os ventos agitassem ou as ondas arrastassem? Precisamos de princípios verdadeiros, arraigados e inflexíveis. Princípios que resistam ao sopro das paixões e às vagas do ambiente. Numa palavra: convicções!

Monsenhor Álvaro Negromonte, no Livro "A Educação dos Filhos".