HUGO GOES

Votarei pensando em inclusão social.

Acredito que o melhor programa social é o emprego.

Para gerar emprego é necessário que ocorra crescimento econômico.

Para que ocorra crescimento econômico é necessário que haja investimentos.

Os investimentos podem ser púbicos ou privados.

Há candidato prometendo criar 20 milhões de empregos em quatro anos, a partir do incremento do investimento público.

Mas de onde vem o dinheiro? O setor público tem dinheiro para fazer tais investimentos?

A meta de déficit primário do setor público consolidado considerada pelo governo é de R$ 161,3 bilhões para 2018.

Vale frisar que no cálculo do déficit primário não entram as despesas com o pagamento dos juros da dívida.

Quando os juros da dívida são incluídos, calcula-se o resultado nominal.

O resultado nominal do governo equivale à arrecadação de impostos menos os gastos, incluindo os juros da dívida.

Em 12 meses até o mês passado, o déficit nominal do setor público correspondeu a 7,28% do PIB, com saldo negativo de R$ 487,041 bilhões.

Sendo assim, eu não acredito em candidato que quer retomar o crescimento econômico a partir do incremento do investimento público. A razão é simples: o setor público não tem dinheiro para investir.

Eu acredito na retomada do crescimento econômico a partir do incremento do investimento privado.

Por isso, eu não voto em candidato que afugenta os investimentos privados do nosso país com suas propostas bolivarianas.

Eu voto em candidato que tenha propostas para atrair os investidores para o Brasil, e não para espantá-los.

Até aqui, tratei de aspectos econômicos. Passo a tratar de outros temas.

Tentarei achar o candidato que não esteja envolvido com a corrupção. Corrupção existe em tudo que é humano, mas temos que escolher o candidato e partido menos envolvido com isso.

Sou Cristão, graças a Deus! Por isso, não voto em candidatos que apoiam políticas irreconciliáveis com as normas de moralidade sustentadas por todo Cristão. A título de exemplo, não voto em candidato que defende a legalização do aborto. Também não voto em candidato que defende plebiscito sobre legalização do aborto. Não se deve fazer plebiscito para excluir direitos fundamentais. O direito à vida é o mais fundamental de todos os direitos, já que se constitui em pré-requisito à existência e exercício de todos os demais direitos.

Não se deve fazer plebiscito para decidir quem vai viver e quem vai morrer. O Papa Francisco já afirmou: "aborto é nazismo de luvas brancas".

Voto em candidato que defende o Estado laico, mas não voto em candidato que defende o Estado laicista.

Há diferença entre laicidade e laicismo.

Laicidade é característica dos Estados não confessionais que assumem uma posição de neutralidade perante a religião. O Estado laico não incentiva nenhuma religião, mas tem respeito por todos os credos religiosos e inclusive pela ausência deles (agnosticismo, ateísmo).

Já o laicismo, igualmente não confessional, refere-se aos Estados que assumem uma postura de intolerância religiosa, ou seja, a religião é vista de forma negativa. O Estado laicista é inimigo da religião.


Não voto em candidato que defende um Estado totalitário ateu, que quer eliminar Deus e a religião, que investe fortemente contra a liberdade religiosa.

#ficaAdica