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Tipos de provas de concursos públicos

1. Questões de marcar CERTO ou ERRADO (estilo CESPE/UnB)

Diferente das demais bancas, na maioria das provas elaboradas pelo CESPE/UnB, o candidato deve responder se cada um dos itens apresentados para julgamento está certo ou errado. Nesse tipo de prova ocorre a anulação de uma resposta certa para cada resposta marcada em discordância com o gabarito oficial. Essa é uma tática usada para inibir a marcação descompromissada, uma vez que nesse tipo de item a chance de acerto ao acaso é de 50%. Para acertar um item, o candidato precisa ter certeza do conhecimento que possui para julgar a assertiva.  Ele não pode usar outras táticas, como a dedução da resposta correta por meio da eliminação das erradas, como pode acontecer nos itens de múltipla escolha. Mas na dúvida, se o candidato tiver pelo menos noção do que está sendo perguntado, o melhor é responder o item. Mas se o assunto abordado parece estranho, é prudente não responder. Neste caso, o candidato não ganhará nem perderá os pontos referentes ao item.

2. Questões de múltipla escolha

Em questão de múltipla escolha, o candidato deverá buscar sempre a melhor resposta, tendo em vista que uma deverá atender ao enunciado. Se a questão manda marcar a alternativa CERTA, e você acha que todas estão ERRADAS, marque aquela que, na sua opinião, está MENOS ERRADA. Esse tipo de prova avalia melhor a capacidade de tomada de decisão, pois permite que se pergunte ao candidato qual a melhor opção entre as que lhe são apresentadas, sendo que o problema proposto poderia, em princípio, admitir outras soluções.
Nesse tipo de prova, o candidato pode encontrar a resposta correta por meio da eliminação das erradas.

20 comentários:

  1. O ponto importante das questões CESPE é o fato de que o candidato pode se deparar com as situações vistas nestas questões quando ele estiver no exercício de suas funções no INSS.. por isso seria mais justo que fosse CESPE... As questões abordam temas em que o candidato poderá se deparar quando estiver trabalhando.

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  2. Professor,
    No caso da questão anterior, seria possivel caso não escolhessemos a mais proxima do que é o certo, entrarmos com um recurso?

    Acho que o maior problema deste tipo de questão é o tempo que gastamos lendo novamente, tentando encontrar a mais correta.

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  3. Sim. Sempre que você discordar do gabarito, você deve apresentar recurso.
    Na questão anterior, o candidato tinha bons argumentos para apresentar um recurso. Mas não sei se a banca concordaria com os argumentos.

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  4. Professor, uma dúvida!
    Somente a remuneração em que incidir contribuição será usada no cálculo do salário de benefício, exceto o auxílio-acidente (onde não incide contribuição, mas é utilizado no cálculo do SB)?
    Teria alguma outra exceção?

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  5. Professor,
    Como o senhor vê a escolha da Banca Examinadora para este concurso, digo, o senhor diria que então a escolha ou do CESP/UnB (C ou E) ou da FCC (múltipla escolha) dependeria do tipo de perfil que o INSS quereria para o técnico neste próximo concurso, ou seja, "profissionais pensantes", versus, "profissionais bem decididos"?

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  6. Dadorossi, boa pergunta.
    Pergunta inteligente essa...Essa resposta vindo do Góes que esta dentro do meio público e sabe o dia a dia de como as coisas funcionam seria ótima quando se analisa "por fora" o técnicos do INSS.


    Mas acredito que pensar mesmo só no começo, depois com o costume e a prática exaustiva do cargo ficam mecânicas/decididas/acertadas, as decisões que tomaremos diante de uma situação que se repetirá todos os dias.

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  7. É, só resolvendo as questões mesmo, aí pegamos o jeito da banca, ou de como funciona a "mente perversa" de quem elabora as questões...

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  8. Prof. Hugo Goes!

    O seu novo curso no Eu Vou Passar será completo conforme a 5a edição do seu Manual de Direito Previdenciário ou será um curso específico para o concurso do INSS?

    Obrigado,

    Jr

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  9. Perfeita sua colocação ,Luiz Gustavo,concordo inteiramente !

    Obs.: abração a todos colegas do pró concurso ,Jardim Luna,João Pessoa,que estão acompanhando esse blog do Prof.Hugo.

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  10. Este comentário foi removido pelo autor.

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  11. Dúvida:

    Art. 56 - § 2º - Decreto 3048:

    § 2º Para os fins do disposto no § 1o, considera-se função de magistério a exercida por professor, quando exercida em estabelecimento de educação básica em seus diversos níveis e modalidades, incluídas, além do exercício da docência, as funções de direção de unidade escolar e as de coordenação e assessoramento pedagógico.

    Se uma diretora exercer durante 13 anos a função de direção no estabelecimento de educação básica e 12 anos como professora ela tem direito à aposentadoria por tempo de contribuição?

    Se exercesse durante 25 anos na condição, apenas de diretora, teria direito?

    Grato.

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  12. a prova e so um meio de selecdionar candidatos nada mais, depois que vc entra no inss, vc tem treinamento especifico, e muitas vezes aproveita bem pouco o que estudou para o concurso

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    Respostas
    1. não é assim não, minha irmã passou no insss e ela ta tendo que rever a lei pq não lembra de algumas coisas que estou. O que vc ta estudando de direito previdenciário vc vai utilizar quando estiver trabalhando. Como conceder um benefício se não tem conhecimento da lei.

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  13. É pessoal, concordo com o "DD", com o "Sandromar (sareki)" e com o "perito". Afinal de contas "vale a pena o esforço, não é mesmo? Lembremo-nos do "holerite", rsrs...
    Bons estudos a todos...

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  15. Este comentário foi removido pelo autor.

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  16. Hugo..
    As vezes fico pensando que quanto mais eu aprender, em certas situações será inútil, pois não adianta, parece que muitas veses dependente do que a banca escolher como certo.

    A titulo de exemplo, demonstro um texto na integra que apesar de estar não lei não concordo e se vc puder me ajudar eu lhe agradeço:


    (AGU/2006) Considere a seguinte situação hipotética. Cesário é eletricista e presta serviço
    de natureza eventual ao supermercado Lua Nova Ltda. Nessa situação, a contribuição
    previdenciária de Cesário, na qualidade de contribuinte individual, deve ser descontada do
    valor a ser pago a ele a título de remuneração, devendo ser recolhida pela empresa tomadora
    do serviço juntamente com as demais contribuições a seu cargo. ( )

    Essa assertiva foi considerada como correta. Mas a parte "a titulo de remuneração" não considero certo, pois a remuneração não tem limite.

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  17. Nilza Bordados,
    A contribuição do segurado incide sobre o salário-de-contribuição, mas é descontada da remuneração.

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  18. Luiz Gustavo,
    Se exercesse durante 25 anos na condição, apenas de diretora, não teria direito, pois a direção não estaria sendo exercida por uma professora.

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  19. IN 45, artigo 229:
    "Para fins de aposentadoria por tempo de contribuição de professor prevista no artigo 227, observado o direito adquirido, poderão ser computados os períodos de atividades exercidas pelo professor, da seguinte forma:
    I - como docentes, a qualquer título; ou
    II - em funções de diretor de unidade escolar, de coordenação e assessoramento pedagógico, inclusive de administração, de planejamento, de supervisão, de inspeção e de orientação educacional."

    Professor Hugo, aí não diz nada que uma diretora não possa se aposentar por TC tendo trabalhado 25 anos somente como diretora. Pelo menos é o que eu entendo. Tem que ser intercalado com atividade de professora?

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