Quando a ação política se confronta com princípios morais que não admitem abdicações ou exceções de qualquer espécie, é então que o empenho dos católicos se torna mais evidente e repleto de responsabilidade.

Diante das exigências éticas fundamentais e irrenunciáveis, os crentes têm, efetivamente, de saber que está em jogo a essência da ordem moral, que diz respeito ao bem integral da pessoa. É o caso das leis civis em matéria de aborto e de eutanásia, que devem tutelar o direito primário à vida, desde o seu concebimento até ao seu termo natural. Do mesmo modo, há que afirmar o dever de respeitar e proteger os direitos do embrião humano.

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